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Como o governo pode fomentar provedores de internet regionais

9 jun

OBJETIVO: Esse projeto tem o intuído de ajudar a fomentar, estimular e desenvolver os pequenos provedores de internet na cidade do Rio de Janeiro.

Publico Alvo: Pequenos empresários donos de provedores de Internet em comunidades ou bairros carentes na cidade do Rio de Janeiro e regiões próximas.

Tamanho do Público Alvo: Estima-se possuir na cidade do rio de Janeiro 800 comunidades, e sugerimos o numero de 3 provedores por comunidade, chegando a um total de 2400 provedores estimado.

População afetada: Pessoas/moradores e lares que serão afetadas com a política. Estima-se que 1.400.000 pessoas vivem em comunidades e todas essas pessoas serão afetadas por política publica de conectividade.

Proposta do projeto:

O projeto deverá ter três linhas principais:

  • Legalização
  • Infra-estrutura
  • Iluminação “Wifi” para a população

Legalização:

A proposta de legalização deverá ser uma forma de “Consultoria regulatória” para que pequenos provedores possa tirar sua licença da anatel. O órgão municipal deverá ter/possuir uma empresa ou servidores adequados para orientar os pequenos provedores a se legalizar formalmente e possuir sua própria licença da Anatel. Todo provedor deseja estar legalizado, porque sua ilegalidade é tratada como “Marginalidade ou crime” por autoridades policiais, embora essa atividade não seja crime, o pequeno provedor é uma atividade econômica legal, que envolve porém formalidades com o estado. Quando o pequeno provedor não possui licença da Anatel a policia desmonta sua operação causando transtornos criminais para o empresário e econômicos além de prejudicar a população que é somente atendida por esse pequeno provedor e as vezes é refém dessa empresa.

Existe um pré-requisito legal para o provedor tirar a licença da Anatel que é a associação do responsável técnico da empresa com o CREA, o governo deverá se aproximar ao CREA de forma que o mesmo haja com celeridade nos processos que hoje variam de 2 á 4 meses para dar uma resposta. Esse prazo é inaceitável para o Brasil moderno e deveria ser imediata a sua filiação com a empresa. Portanto uma das sugestões será se aproximar do CREA para que o mesmo possa se comprometer em fornecer essa filiação do responsável técnico de forma imediata.

 

Infra-estrutura:

A proposta de infra-estrutura para o pequeno provedor deverá ser alinhada com os interesses da cidade. Todo provedor para vender internet precisa comprar internet e 70% do conteúdo da Internet está dentro de uma infra-estrutura chamada PTT ou IX no Brasil nossos PTTs são criados e administrados por uma instituição chamada NIC.br essa instituição é o braço executivo do CGI (Comitê Gestor para Internet). Todos os provedores de internet deseja estar presente dentro dos PTTs porque isso aumenta a velocidade da internet ofertada para a população a qualidade do conexão, além de economizar custos operacionais significativos dentro de um pequeno provedor.

Nossa idéia é que o governo possa ser protagonista na disponibilização dessa infra-estrutura, porque hoje essa distribuição dos PTTs não é feita de forma adequada e viável economicamente para o provedor.

O governo poderia disponibilizar um local “neutro” comercialmente para que os provedores pudessem se conectar aos PTTs. Nossa sugestão é uma escola ou algum prédio publico.

Detalhes dos requisitos técnicos:

  • O local deverá ser uma escola ou algum prédio publico com conectividade de fibra óptica ligada até o PTT central ou Ramais do PTT (PIX).
  • É necessário que esse local possua um ou dois Racks com o switch (equipamento ativo) do PTT e uma abordagem de fibra óptica externa para que todo novo participante possa se conectar externamente com facilidade.
  • O Rack deverá ficar numa sala com alguma segurança
  • O Rack deverá possuir um sistema de contingência – Nobreak e gerador para o caso de indisponibilidade de luz elétrica.
  • Um desses racks deverá possuir espaço limitado somente de conectividade para que o participante possa instalar algum equipamento “Ativo” como um switch, limitado somente a conectividade do Participante.

 

 

 

Iluminação “Wifi” para a população:

Umas das formas de fornecer iluminação “Wifi” para a população sem custo algum para o governo é fechar parcerias com os pequenos provedores para que eles nas regiões em que atuam possam disponibilizar “Wifi” publico limitado em troca da conexão ao PTT. As sugestões dos locais para fornecer “Wifi” são praças públicas escolas em locais abertos, hospitais e postos de saúde.

Esse modelo de parceria funciona de forma perfeita porque o governo não é responsável pelo funcionamento do serviço, não precisa licitar uma empresa única, não vai gastar dinheiro com atividade acessória ao desenvolvimento social. Em contrapartida o para o provedor local é uma excelente forma de troca porque ele precisa de acesso ao PTT faz economia de custos operacionais com esse acesso e melhora a conectividade ofertada a população, além de possuir rede no local onde irá fornecer acesso “wifi” gratuito tendo praticamente custo muito reduzido para implantar essa rede “wifi”, além de ficar responsável pela manutenção e gerencia desse “wifi” gratuito.

Para o governo essa é uma excelente iniciativa popular, porque trás beneficio direto para a população sem gastar dinheiro e dispor de dificuldades técnicas para a gestão desse beneficio a população.

O poder multiplicador dessa troca é muito grande porque para cada provedor que solicita acesso e abordagem ao PTT o governo poderá pedir em troca numerosos pontos “wifi”, nossa sugestão seria 20 pontos por exemplo. Então imagina que tenhamos 30 participantes dos PTT teríamos por exemplo 600 locais iluminados com “wifi” gratuito. Devemos ainda considerar que 30 participantes de PTT é um numero expressivamente baixo, porque estimamos que deva existir na cidade do Rio pelo menos mais de 3000 pequenos provedores.

 

Allan Caldas

É especialista em telecomunicações a 12 anos, jornalista do setor e blogueiro no youtube da comunidade técnica de assuntos relacionados a TI e Telecomunicações.

Expansão do PTT-RJ

19 abr

 

Como que a Expansão do PTT RJ vai ajudar a população Fluminense e a sociedade?

 

As pessoas possuem cada vez mais a necessidade de estarem conectadas a internet e grandes empresas de Telecom possuem dificuldades em atender a todos com qualidade principalmente em locais onde não possuem viabilidade financeira para realizar investimentos em infra-estrutura. E nesse momento em que entra o pequeno provedor Regional, trata-se de um pequeno empresário empreendedor que enfrenta o desafio de vencer e realizar investimentos em infra-estrutura para atender o usuário com Internet Banda Larga. Porém esse provedor possui muita dificuldade em comprar Link de Internet para revender para os usuários. Justamente porque os locais onde o pequeno provedor está não possui essa infra-estrutura da grande operadora para        que ele possa comprar link.

 

E nesse momento em que o fato do PTT estar próximo desses pequenos provedores irá fazer o custo do Link ficar mais barato.
A expansão do PTT vai fazer com que a velocidade do usuário aumente mais do que o dobro, pois o provedor poderá comprar mais link com mais banda a custo muito mais baixo.

 

O pequeno provedor de internet poderá usufruir dos Ramais(PIX) do PTT para fazer a expansão dos seus negócios podendo usar essa infra-estrutura existente para ativar mais pontos em outros locais que ele normalmente não atenderia. Isso gera mais concorrência e estimula um ambiente saudável para o consumidor que vai possuir diversos fornecedores para o mesmo serviço, aumentando a oferta e a qualidade dos serviços prestados.

 

O fato dos Ramais do PTT estar em locais longe da grande metrópole é de tamanha importância para os pequenos provedores, pois são justamente esses provedores do interior do estado e da região metropolitana que mais sofrem com os altos custos do Link dedicado de Internet Banda Larga, pois eles são obrigados a contratar transporte de grandes operadoras e/ou fazer diversas repetições do centro da capital até a sua região, essas repetições influenciam em muito a qualidade da Internet ofertada e a quantidade de internet que chega ao usuário, além claro do alto custo financeiro que diversas repetições influencia no preço do usuário final.

 

Tendo em vista todas essas dificuldades que enfrentam os provedores do interior e região metropolitana , nada melhor do que a sugestão do governo em implantar e expandir os Ramais do PTT em locais mais afastados possível do centro da Capital.

 

Já está mais que provado o importante papel que o pequeno provedor regional faz para a sociedade, no Brasil são mais de 3000 licenças SCM emitidas pela Anatel e estima-se que possuam o triplo de provedores em operação no momento, dados da abrint(Associação nacional dos provedores) remetem a um numero onde os provedores regionais juntos formam a 4ª maior operadora do Brasil.

 

O que é PTT ?

È um lugar onde os provedores de internet trocam trafego de internet, serve para melhorar a performance da própria internet, melhorar a velocidade ofertada, economizar banda de Link IP, entre outros benefícios.

Isso ajuda a reduzir os custos com a banda contratada, com redes de transporte e com implantação de rede de fibra. Tendo em vista que quase metade do trafego sai pelo PTT, no final das contas conseguimos repassar essa economia pro usuário final.

 

Sou provedor, o que eu preciso para usar o PTT?

 

È necessário conectar-se fisicamente a um Pix do PTT, o Pix do PTT é como se fosse um ramal do PTT em alguns locais disponíveis. Além disso é necessário que o provedor seja dono de um bloco de IP próprio, chamado de AS (Sistema Autônomo)

 

Aonde Fica esses PIX?

 

Esses PIXs ficam em locais já implantados pelo NIC.br e tratam-se de um switch que é instalado pelo NIC.br com acesso ao PTT Central via fibra. São Paulo possui 25 Pix e o Rio de Janeiro somente 7. O PIX central do PTT Rio fica na sede INCC na Urca. Os outros PIXs ficam em locais de difícil acesso e por se tratar de locais privados são caros pra adentrar.

 

Mas quanto custa usar o PTT?

 

O uso do PTT é gratuito no que se relaciona ao trafego, porém acessar o PTT é caro porque é necessário se interconectar fisicamente nesses locais que não estão perto do Provedor, acaba que no final das contas o que se economiza de banda com o link principal não vale a pena contratar o transporte para o PTT, além do que os DATACENTERS que possuem o PIX do PTT cobram para o provedor acessar o PTT, portanto na pratica são poucos os Provedores que de fato são participantes do PTT e conseguem usufruir da redução de custo.

 

 

Porque o Projeto de Expansão do PTT RJ

 

Trata-se de implantar outros ramais (PIX) do PTT em locais Públicos como escolas e Faculdades.

 

Porque em locais Públicos como Escolas e Faculdades Publicas?

 

Porque são locais neutros sob o ponto de vista de negócios e o governo tem condições de receber o Ramal (PIX) do PTT, além do que o provedor poderá se interconectar fisicamente sem nenhum custo, o que de fato iria tornar acessível o PTT para o pequeno e médio provedor.

 

Quanto o governo vai gastar com isso?

 

Nada! Ou quase nada porque o PTT já possui o habito de usar a Rede de fibra óptica da RNP ou Rede Rio para os seus Ramais (PIX) e algumas escolas e faculdades já possuem essa rede de Fibra Óptica.

 

A única coisa que talvez o governo tenha que gastar seja um pequeno espaço para receber o switch do PTT e uma infra-estrutura de Disponibilidade como No-breaks e Geradores. Coisa que algumas escolas e faculdades já possuem.

 

Quais são outros benefícios do PTT

 

O PTT é uma rede própria regional da qual os participantes podem realizar acordos Unilaterais com eles mesmos. Ou seja um operador pode vender link de internet para outro operador, como ambos já estão conectados na mesma rede e o custo dessa venda é somente lógico (Uma configuração no switch) e não físico, isso torna o link de internet muito mais barato para todos os participantes.

Existe também a facilidade do mesmo participantes interconectar sua própria rede em Ramais(PIX) diferentes do PTT viabilizando seus próprios recursos de backbone em diversos locais do estado, isso viabiliza em muito novos negócios a cobertura e a expansão de novos locais.

 

 

Allan M Caldas

Dono de provedor a 10 anos, técnico de eletrônica e telecomunicações é um conhecido blogueiro de Telecom.

 

Samuel P. da Silva

Sócio Diretor na Net Rocinha – Provedor de acesso na comunidade da Rocinha.

 

Reunião com amigos onde discutimos a expansão do PTT-RJ em locais públicos de fácil acesso.

S1320041 S1320024 S1320025 S1320026 S1320027 S1320028 S1320029 S1320030 S1320031 S1320032 S1320033 S1320034 S1320035 S1320036 S1320037 S1320038 S1320039 S1320040

Implementando OSPF no Mikrotik

10 jun

Pessoal segue esse tutorial de como implementar o protocolo OSPF Básico

1° Preparar o Ambiente com IP’s de enlaces e IP das redes.
2° Configurar a instancia OSPF com o Router ID
3° Redistribuir as rotas conectadas
4° Criar o network do enlace

Está Pronto!!

Assista ao vídeo de como foi configurado o ambiente

Rede A:192.168.1.0/24
Rede B 192.168.2.0/24

IP’s de Enlace entre Router A e B 192.168.21.1/30 e 192.168.21.2/30

Lembre-se pessoal se você não possui o conhecimento básico sobre rotas estáticas não será produtivo tentar entender esse tutorial.

Em alguns momentos eu falo que o OSPF cria as rotas estáticas o que é um erro, na verdade ele cria as “Rotas” que são dinâmicas. Por favor desconsiderem esse pequeno descuido de minha parte.

Espero que gostem

Pessoal segue mais videos que complementam o estudo inicial porém com maior complexidade:

Allan Caldas

Roteamento Estatico

4 jun

Pessoal,

Muita gente procura implentar uma rede roteada e sair de uma rede em bridge, para essa tarefa essas pessoas procuram implementar o protocolo OSPF nela, porém não se pode entender como funciona o protocolo OSPF sem entender como é uma simples rota estatica.

Esse conhecimento é pre-requisito para entender o OSPF eu fiz 3 videos nos quais mostro um cenário simples de um roteamento estático.

Espero que gostem.

Aula principal

Complemento:

Exemplo na pratica:

É importante assistir a aula principal para entender o exemplo na pratica

Lagoinha Pronto!

3 mar

Pessoal agora sim segue as fotos e videos do site Lagoinha Pronto e já em funcionamento:

Defeito – Linha de Pipa + Água no cabo

28 nov

É comum acontecer o corte de algum cabo ocasionado por linha de pipa com cerol, esse pequeno corte permite a entrada de água no cabo e o seu bobeamento lento até o conector onde se encontra o POE/Nobreak. O mesmo oxida os conectores e causa curto entre os contatos. O maior problema é que o mesmo não dá esse defeito de primeira, ele vai e volta. Já ví até funcionar e ficar lento a Internet por causa disso.

Trocamos o cabo e o POE, colocamos uma proteção, não sei se é adequada.

E agora segue o vídeo explicando o assunto:

Telemetria – Comando Estrela Triangulo via Internet

14 nov

Esse trabalho é meu projeto final do meu Curso de Eletrônica Industrial da Electra.

Nele montei um sistema de Partida de Motor trifásico Estrela Triangulo onde o mesmo não possui botoeiras e é comandado pela Intranet/Internet.

Apresentação e funcionamento do Projeto:

Como funciona:

As fotos do Quadro:

O que é um Microcontrolador:

Um Microcontrolador (também denominado MCU) é um computador-num-chip, contendo um processador, memória e periféricos de entrada/saída. É um microprocessador que pode ser programado para funções específicas, em contraste com outros microprocessadores de propósito geral (como os utilizados nos PCs). Eles são embarcados no interior de algum outro dispositivo (geralmente um produto comercializado) para que possam controlar as funções ou ações do produto. Um outro nome para o Microcontrolador, portanto, é controlador embutido.

Os microcontroladores se diferenciam dos processadores, pois além dos componentes lógicos e aritméticos usuais de um microprocessador de uso geral, o Microcontrolador integra elementos adicionais em sua estrutura interna, como memória de leitura e escrita para armazenamento de dados, memória somente de leitura para armazenamento de programas, EEPROM para armazenamento permanente de dados, dispositivos periféricos como conversores analógico/digitais (ADC), conversores digitais/analógicos (DAC) em alguns casos; e, interfaces de entrada e saída de dados.

Com freqüências de clock de poucos MHz (Megahertz) ou talvez menos, os microcontroladores operam a uma freqüência muito baixa se comparados com os microprocessadores atuais, no entanto são adequados para a maioria das aplicações usuais como por exemplo controlar uma máquina de lavar roupas ou uma esteira de chão de fábrica. O seu consumo em geral é relativamente pequeno, normalmente na casa dos miliwatts e possuem geralmente habilidade para entrar em modo de espera (Sleep ou Wait) aguardando por uma interrupção ou evento externo, como por exemplo o acionamento de uma tecla, ou um sinal que chega via uma interface de dados. O consumo destes microcontroladores em modo de espera pode chegar na casa dos nano watts, tornando-os ideais para aplicações onde a exigência de baixo consumo de energia é um fator decisivo para o sucesso do projeto.

De forma oposta aos microprocessadores, onde se superdimensiona ao máximo tendo como limite o preço que o usuário deseja investir, a escolha do Microcontrolador é feita pelo projetista do equipamento. É erro de projeto superdimensionar. Cada desperdício será multiplicado pelo numero de equipamentos fabricados (as vezes milhões). Por isso existem duas linhas de pesquisa paralelas mas opostas[carece de fontes?]: uma criando microcontroladores mais capazes, para atender produtos de mais tecnologia como os novos celulares ou receptores de TV digital e outra para criar microcontroladores mais simples e baratos, para aplicações elementares (como um chaveiro que emite sons).

De forma diferente da programação para microprocessadores, que em geral contam com um sistema operacional e um BIOS, o programador ou projetista que desenvolve sistemas com microcontroladores tem que lidar com uma gama muito grande de desafios, fazendo muitas vezes todo o processo construtivo do aparelho: BIOS, firmware e circuitos

Montagem do Quadro:

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3: